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Vela mundial e nacional, um breve histórico Pouco se sabe sobre a pré-história do barco a vela, porém vários indícios levam a supor que esta modalidade de transporte foi utilizada pelo homem primitivo com a fabricação de um barco a partir de um tronco e sua vela que podia ser confeccionada com juncos, bambus, pele de animais e vários outros materiais tirados da natureza abundante da época, com o objetivo de transportar o homem de forma relativamente segura e seca sobre os mares, rios, lagos e lagoas. Acredita-se que esta história remonta em muito a história escrita sobre estas embarcações. Apesar de não se ter dados precisos sobre o início da história da vela, o estudo de tipos de construções navais de embarcações a vela e sua evolução permite dizer, de acordo com o autor Baader (1960), que o uso do barco impulsionado pelo vento pode ser encontrado na história milenar chinesa ou em épocas remotas, como em 4.000 anos a.C. onde um artista egípcio reproduziu claramente um barco de proa1 elevada, detalhe que indica não se tratar de uma construção feita de um tronco e sim de algum tipo de construção naval, como também indicava a colocação de um mastro2 e uma vela quadrada, e em 1929 onde foi encontrado um modelo de barro que representava um barco com evidentes mostras de ter sido equipado com um mastro e uma vela tendo seu estudo permitido prever que a aparição da primeira vela datava de alguns milhares de anos antes. Não foi só no continente europeu ou asiático que se encontraram marcas da utilização de embarcações a vela, no Brasil, continente sul-americano, temos um tipo de barco que devido a sua construção arcaica e rudimentar julga-se ser um meio de transporte muito antigo dos pescadores do nordeste brasileiro, pois são semelhantes às construções pré-históricas. Sabe-se então que embarcações impulsionadas pela ação do vento são extremamente utilizadas por diversos povos ao longo da história da humanidade, porém devemos verificar também os motivos que levaram o homem a se aventurar por espelhos de águas pouco ou totalmente desconhecidos e para isso se recorrerá à própria evolução dos barcos e suas velas para entender estas razões. O sentido moderno, popular e esportivo de velejar nasceu na Holanda do século XVI quando os holandeses usavam pequenos barcos para perseguir contrabandistas e piratas. Estas pequenas embarcações se denominavam "Jaght", que significa caçador ou perseguidor, e foram sendo utilizadas, com o tempo, para oferecer passeios. Este barco foi presenteado ao rei Carlos II da Inglaterra, como comemoração do seu retorno ao trono em 1660. O rei Carlos II ficou tão entusiasmado com a navegação que mandou construir um barco desenhado por ele mesmo. Com o tempo e a realização de alguns eventos, o esporte a vela foi difundido pela Europa e a palavra "Jaght" acabou por originar a palavra "Yacht", que foi a forma convertida na Inglaterra da palavra original holandesa. Mais tarde com a crescente utilização do barco a vela para o lazer, surgiram os Yacht Club's, sendo registrado o primeiro clube para yacht's em 1720 na Irlanda, na América no ano de 1851 foi fundado o New York Yacht Club que deu origem a mais famosa competição mundial da época e da atualidade, a Copa América (BAADER, 1960). A partir deste momento o esporte a vela não parou de crescer em toda a Europa e na América do Norte, além de outros continentes. No Brasil a história do esporte a vela se confunde com a história dos clubes de vela criados no país. Em 1906 foi criado em Botafogo, Rio de Janeiro o primeiro clube de vela brasileiro, chamado Yacht Club Brasileiro. Em 1914, outro tradicional clube foi fundado na cidade de Niterói com o nome Rio Sailing Club. Nesta época não existia estaleiros e carpinteiros familiarizados com a construção de barcos de esporte no Brasil e com isso os barcos e equipamentos eram inteiramente importados, com a eclosão da I Guerra Mundial ficou inviável a importação de barcos, devido este fato os velejadores se reuniram para desenvolver uma fórmula de construção de um barco que não fosse nem grande, nem pequeno demais e que tivesse necessidade de pouco conhecimento e investimento, sendo originado então o barco Hagen-Sharpie, o primeiro barco monotipo desenhado no Brasil no ano de 1915 (SHMIDT, 2005). No Rio de Janeiro outro clube de vela foi fundado em 1943, o Iate Clube Rio de Janeiro que ocupa até hoje grande destaque na vela nacional e é celeiro de grandes velejadores e incentivadores do esporte. Com o passar dos anos e com o crescimento do esporte outros clubes foram se formando e hoje existem clubes espalhados por diversas regiões do país.
NotíciasRegata da Marinha-Dezembro 2011 Realização: Joinville Iate Clube Organização: Flotilha Norte Catarinense de Veleiros Supervisão: Feisc: Federação de Iatismo do Estado de Santa Catarina Aconteceu no sábado 03 de Dezembro a Regata da Marinha do Brasil, com sol brilhando e vento Nordeste brisando o dia inteiro.
Várias embarcações participaram do evento nas classes: Optimist,Laser,Dingue,Holder, Magnum,Hobie Cat,Oceano,Oday,Day Sailer,420,470,Snipe,Super Cat e Shellback. Acesse o link para ver as imagens: https://picasaweb.google.com/101575584578307127746/RegataDaMarinha2011
Regata de Monotipos- Armação Penha-S/CAconteçeu no sábado dia 29 de Janeiro na praia de Armação, Penha, mais uma etapa válida pelo ranking 2011, Norte catarinense, nas classes: Laser, Dingue, Hobie Cat,Holder,Magnum,420,470,Snipe,Super Cat,Day Sailer,Oday e Shelter. O dia iniciou com pouco vento, com largada prevista p/ 13 hrs, mas a mesma só aconteçeu as 14:15, ainda com vento fraco de Nordeste, e forte calor. As categorias: Laser, Dingue e Day Sailer foram as primeiras a largar, com percurso que contornava a ilha e retornava ao ponto de saída que foi junto a comissão na praia. Os Hobie Cats largaram depois com percurso até a ilha Itacolomi, e retornando ao ponto de partida. O vento sudeste entrou por volta das 15:05, e aliviou a tensão e o calor dos velejadores, que o aguardavam ansiosos. Soprou fraco e foi aumentando aos poucos, até o final do evento, por volta das 17:30. Ao total 23 barcos estiveram presentes no evento, compartilhando bons momentos, competindo e confraternizando, com velejadores de várias cidades catarinenses. Até a próxima...bons ventos. L.Saraiva
Regata Museu Nacional do MarBaia da Babitonga-São Francisco do Sul-1 Maio-2010O sábado colaborou com o tempo ensolarado e típico para uma boa velejada. O Museu do Mar recebeu cerca de 15 veleiros que fizeram uma bela disputa no Dia do Trabalhador. A Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO) organizou a Regata Museu do Mar neste final de semana.
Na RGS A, Blue Eyes do comandante Sergio Tibinka ficou com a primeira colocação, seguido dos veleiros, Hagar e Batuta. Na RGS B, Jacopo do comandante Adriano Mormul ficou em primeiro. Xispa 2 e Zuriel ficaram em segundo e terceiro respectivamente. A Raia foi montada em frente ao Museu do Mar. Para o capitão da Flotilha, Delmar Fernando Voigt, a regata foi um sucesso “Usar o local em frente ao Museu do Mar foi muito bacana. Todos gostaram muito desta etapa”, avaliou. A regata terá validade para o Ranking 2010 da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO). A próxima competição será a segunda etapa do Minicircuito estadual, dias 12 e 13 de junho, em Florianópolis. Créditos: Texto-Juliano Schmidt Fotografias:L.Saraiva 47-91070285
1 Copa Porto Belo de Vela-Abril 2010.Foi realizada no dia 17, sábado, na praia central de Porto Belo, mais uma etapa do Circuito Amador de Vela Catarinense.O evento contou com a participação de 40 velejadores em 35 barcos,d istribuídos em seis classes.A organização e realização é dos própios velejadores, de Joinville e região,que à cinco anos realizam eventos de vela no estado.Participaram velejadores do estado e de Curitiba, que aproveitaram as boas condições do clima,sol e vento, durante todo dia do evento.As largadas iniciaram após as 13 hrs, onde os competidores tinham um percurso demarcado com 3 bóias para percorrer,sendo a distância entre as bóias de aproximadamente 500 metros. O velejador Aldo Kirsten Junior,foi o idealizador desta etapa em Porto Belo,e salienta: "Nossa região é excelente para a prática da vela, a regata,a lém de promover o encontro entre os velejadores, que competem, é um incentivo aos novos praticantes e aos moradores locais, que tem no quintal de casa um local ideal para a prática deste esporte que faz tão bem à saúde. Resultados Classe: Hobie Cat 14 1º Adam Max Mayerle – Joinville
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